Sem medo o nauta pelo vasto oceano,
E olhando puro o ceo, de leite as ondas,
A cujas furias escapou nadando,
Sobre a pôpa da náo regendo o leme,
Pensa na esposa, nos filhinhos pensa;
Prometteu-lhes voltar; nem ja receia,
Maio, fiado em ti, ser-lhes perjuro:
Sobre a cana do leme encosta os braços,
E ou sólta em grande voz grosseiros versos,
Ou costumada musica assobia