Olhando a estrada de alvejante espuma,
Que d’um e d’outro lado á prôa foge.
Brinca nas aguas, e ou se esconde, ou salta
De vagos peixes prateada turba;
Na verde superficie as Ninfas danção,
Da tarda noite nas caladas horas,
Das estrellas á doce claridade.
Mas eu quero soltar mais altos vôos,
Trazer ao mundo incognitas verdades.
Em teus dias, ó Maio, os Páfios bosques