Auras, dos valles proximos correndo,
Das invisiveis azas nos derramão
Almos efluvios de cheirosas flores.
Vede assentos, que a mão da Natureza
Nos rochedos abrio, que a mão do Tempo
Cobrio, amaciou com verde estofo;
Aqui se tem as Ninfas assentado
Pelas tardes de Maio muitas vezes,
Para gozar os brincos dos Amores,
Que ora lutão na arêa, ora apostando,