Se arrojão de mergulho aos verdes mares,
E apparecem depois nadando e rindo.
Vamos: por esta parte o cáes nos deixa
Na Ilha penetrar: commoda entrada
Nos off’rece este portico de murtas.
Deozes! que vamos vêr! Salve cem vezes,
Bosque sombrio, magestoso, immenso!
Do desmedido Atlante a espadoa enorme
Não, não he quem sustem o eterno Olimpo,
És tu, sagrado bosque; a vista humana