Chegar não póde a teus soberbos cumes!
Serras, diluvios de ondeantes folhas
Sôbre colunas mil, que o raio assustão,
Se agitão sôbre nós. Longe, ó profanos!
Vates, erremos pelas frescas trevas!
Alem, se não me engano, o sol penetra.
Corramos. Oh prazer! oh maravilha!
Eis um retiro aos Numes consagrado,
Incognito aos mortaes, de encantos fertil!
Tu que vizitas cada dia o mundo,