Juntemos um jardim, que ao fundo banhem
Do claro rio as fugitivas aguas.
Não falte o culto ás sacras Divindades.
Á obra, á obra! o templo se levante
Nobre, proprio de nós, digno dos Deozes,
Com paredes de cedro á luz vedadas.
Deixamos á vaidade altas colunas,
Cúpulas d’oiro, abobadas suspensas
Em meia altura da extensão dos ares;
De trémula parreira um této basta.