Ponde no tôpo o altar da Natureza,

De nossa adoração primeiro objéto:

Firmada sôbre um globo, como o nosso,

Uma estatua gentil figure a Deoza,

Virgem, bella, risonha, affavel, nua,

Guardando-lhe o pudor sendal ligeiro:

Colar de flores lhe atavie o collo,

C’roa de frutos lhe circunde a fronte,

Diversos ramos as madeixas ornem:

Tenha n’uma das mãos celeste chama;