As flautas nossas, pois lhe são votadas.
Sôbre outro altar a Deoza de Cithéra,
Não de marfim, nem marmore talhada,
Mas de alva cera das abelhas nossas,
Feita por nossas mãos encante a vista.
Quero-a nua de todo: ao seio amime
Entre os braços de neve o filho alado;
E co’a ternura languida nos olhos,
Como para o beijar lhe estenda os labios,
Curta tornando, como a d’elle, a boca.