As trez Irmãs de Amor pequenas, bellas,
Como invejando do menino a sorte,
Forcejem por trepar da Mãi ao collo,
Emquanto o Irmão travêsso a rir pretende
Co’as delicadas mãos lança-las fôra.
Duas turbas de Amores apinhados
Se ergão d’aqui d’ali: tenhão por terra
Os arcos, e os farpões; na dextra empunhem
Fachos, que hão de brilhar nos festos dias,
Por nossas mãos com sacro lume accesos.