Defronte d’esta, na parede opposta,

Outro brilhe votado á Primavera.

Ali se mostre a Deoza, cuja veste

Um manto seja de tecidas flores;

De flores o toucado; a planta nua

Sôbre floreo torráõ firmada alveje:

Durma a seus pés o aurígero carneiro;

O Maio, filho seu, tenha em seus braços,

Igual em perfeições á Mãi formosa,

Alado como os Zéfiros e Amores,