Que os Amores, que os Zéfiros mais lindo.

Tenha na dextra um ramo florecente,

Onde pouzem pintadas borboletas:

No esquerdo braço um cabazinho grave,

C’os doces frutos, que em seu mez se colhem,

E a rir pareça á Deoza appresenta-los;

Mas a Deoza, estendendo a mão de neve,

Como que busque o grávido cestinho

Tirar de sôbre o seio, onde elle o punha.

De Favonios um bando se reparta