Não veremos deante a rica prata

Com vivo resplendor cegando os olhos;

Nem dourados cristaes, nem porcelanas,

Cuja louca ambição furiosa arrasta

Tantos loucos mortaes, dignos de pranto,

D’entre os braços dos seus aos torvos mares,

E em fragil pinho, que rodêa a morte,

De longinquo paiz os leva aos portos.

De facil construção vermelho barro

Fará nossa baixella; e cavos troncos