Fundos, polidos, de jasmins c’roados,
Servir-nos hão de o rúbido falerno.
De nossas hortas vegetaes gostosos,
Os teus dons, ó Pomona, e os teus, ó Ceres,
O mel puro e doirado, e o branco leite
Bastão assaz da Natureza aos filhos.
E que? algum de nós contra o que vive
Ouzaria vibrar da morte a fouce!
O touro soffredor, cuja fereza
Para servir-nos se abateo ao jugo,