O touro, o nosso amigo, e o nosso escravo,
Que sem ter parte alguma em nossos gostos
Tomava parte nas fadigas nossas;
Que armado pelas mãos da Natureza
Podia, se quizesse, oppôr-se aos fracos,
Que a paz, que a liberdade ouzão roubar-lhe,
Depois de longo, aviltador serviço
Deve ... (oh pejo! oh furor! oh sacrilegio!)
Caír ás mãos do barbaro assassino,
Para quem só viveo! por quem mil vezes