Voltaremos á lã: na primavera
Basta o candido linho: emfim no estio,
(Deixe-me em paz, ou seus ouvidos serre
Quem no corruto coração fomenta
De prejuizos vãos caterva impura!)
No estio, amigos meus, com vosco fallo,
Seremos todos nus: rião-se embora
Os perversos, que ao vício costumados,
Até na natureza encontrão vício.
Sim, andaremos nus; nus se mostrárão