Jurão-se amar sem fim! Mal que resoa
Debaixo das abobadas o voto,
Calcando o arco aos pés com ar maligno
O pobre Amor retira-se chorando
D’ésta afronta cruel; pois sua glória,
Seu prazer, e seu timbre he ser voluvel.
Crepitando em faiscas derradeiras
Se apaga o facho, que debalde agita,
E emtôrno espalha venenoso fumo,
Fumo, que obriga a lágrimas eternas.