Rivaes do povo habitador do Elisio.
O fio d’oiro da existencia nossa
Inteiro volveráõ no fuso as Parcas.
Com pé tardío a inevitavel Deoza,
Que o Mundo despovoa, e bebe o pranto,
E acompanha a saudade entre os ciprestes,
Sem terror, e sem fouce, e até sorrindo,
Sem que a precedão seus fataes ministros,
Nos levará de manso e a curtos passos,
Coroados do cãs para o sepulcro.