Mas, amigos, quem sabe! as Cíprias Ninfas,
Se o fado o não tolher, talvez nos mostrem
A verde planta, que ao cerúleo reino
Deo mais um Nume, transformando a Glauco.
Semideozes então, nos tornaremos
De nossa aldêa os sacros protétores!
Mas não: a lei da morte he lei terrivel,
Que rara vez os Numes quebrantárão.
He forçoso morrer!... Longe os temores!
He forçoso morrer, morra-se embora.