Deixando sem adeos tumulto e pompas,
Mais de um, mais de um, salvando a tempo os filhos,
Co’as pouzadas dos bons unirra a sua.
E a quem darás tu nunca o riso cheio,
Como o déras a este, que trocasse
Oiro a virtude, e marmores a flores?
¿Que ja sôlto de si e a si tornado,
Viesse pôr, para os livrar de queda
E adora-los em ocio, os seus penates
Á beira de uma límpida corrente,