Que de um bosque atravéz susurra e foge.

Víra os Genios da terra o anno inteiro

A lhe aprestar a mesa; aqui brotando a

No pomar curvo, ali na horta regada,

Lá no chão da seara, alem na vinha

Que o recôsto do outeiro alastra e enreda,

Mais longe nos cabeços verdejantes

Onde o gado em socego os leites cria.

Não lhe ameaçára o raio o této humilde:

As manhãs, d’entre as ramas espreitando