Pela aberta janella, o acordarião,
Por lhe alargar a vida: os passarinhos
Lhe dirão nas frescas alvoradas
“Bem vindo, alegre amigo, ás nossas casas!
Nós cantamos teu Deos, somos felizes,
Tu louva o nosso, e goza d’este mundo.”
Se algum cuidado a vespera deixasse,
Levar-lho-hia na vêa murmurante
A correntinha onde lavasse o rosto.
Vê zagalas fieis, vê perigrinas