De formosura e joias não compradas,
(Que uma da-lha a saude, outras o prado);
Com ellas espairece a fantasia,
E se inda o coração quer mais ventura,
Ama; ao ceo que ja tinha, um Deos lhe accresce!
Quanto via e pasmava em mortos quadros,
Onde astuto pincel prodigios obra,
Sombras vãs, cujo preço he rios d’oiro,
Tudo agora real, vivo, mais bello,
De mais subida mão pintura immensa,