Mas tu ... porque não vens?—Não não me engano,

Inda agora os trovões rijo batalhão.

Talvez rola n’esta hora a tempestade

Pelo oceano de Atlante ondas sobre ondas;

Rugindo estoira o mar em crespas serras:

Possança de baixeis, esfôrço, industria

Não vale a contrastar-lhe a valentia;

De toda a parte a morte esvoaça, ruge

Na horrenda cerração com sons do averno;

O náufrago abraçado a sôlto lenho,