“Quem nos ha de estremar? tu es do dia
“A Primavera, eu sou do anno Aurora”—
—“Filha como eu do Sol (acode rindo
“A Aurora), ó doce Irmã, vérte-te o Fado,
“Não q eu to inveje, os bens de urna mais ampla:
“Deu-te folgar sem mim, deu-te a alegria
“Dos dias que eu só abro, e os tão gabados
“Prazeres que eu não vi, não verei nunca,
“Prazeres do sol pôsto, e de alvas noites.
“A mim lida perenne, a mim rigores