“De oppostas estações, reinar de instantes,
“Contínua fuga, e os odios dos ditosos,
“E as maldições de Amor comtigo affavel.
“Eis porque a meu pezar, já por costume,
“De olhos que espargem luz se orvalhão choros.
“Perdôa-mos teu jubilo mos sécca.
“Desce, eu parto, urge o Tempo, e ja me acena
“Co’a mão rugosa para novos climas.
“Fica-te em nossa amada Lusitania,
“Inda pouco ha tão triste. Observa os cumes