Corramos n’um momento os campos todos!
Como esta luz do Ceo, que a toda a parte
Desce, rompe, insinua-se, alvoroça;
Como esta luz do Ceo, vates mancebos,
Devassemos a terra: uma só gruta
Não fique, um arvoredo, ou valle, ou fonte,
Por onde não mergulhe a vista, o estro.
Esta, que ora seguimos, tortuosa
Concava senda, ha pouco estreito rio
Co’as grossas chuvas da vizinha serra,