Não quero que haja, não: virgem formosa

Sozinha sob o ceo; velando em brutos

A que era de velar como um thesouro;

A graça envolta em lãs, contente e rica;

E annos verdes, sem pena aqui florindo,

Longe de olhos e amor, jogos e esp’ranças!

Detende-vos: o aroma he de violetas.

Ei-las! irei tecendo a c’roa minha

Com estas, que escondidas, pudibundas,

Como a pastora, em paz desabrocharão,