O ar, como a pastora, em roda encantão.
Ja percebo o rugir das aveleiras;
Não vejo inda o cazal estancia d’Egle,
Mas perto, oh perto vem: todo esse rôlo
De espesso fumo que serpêa aos ares,
He da interna fogueira que amanhece,
Cuidadosa do almoço, aos moradores.
Entremos no pomar. Ja Primavera
Copiosa o bafejou, de agradecida
Ás pomareiras mãos que lho aprestárão.