A mesma razão, que o autor no Prologo deu, de haver colligido n’este volume alguns dos seus artigos impressos no Agricultor Michaelense, lhe fez força para aqui lhes intercalar os seguintes, que, por andarem dispersos em periodicos, já hoje estavam sendo como se não existissem.

O amor-proprio nada fez para o caso. O autor sabe o pouco valor de forma litteraria, que ha em tudo isto; mas crê, em sua consciencia, que deixa a seus filhos um bom exemplo, e a outros cidadãos zelosos indicações uteis. Finalmente: pela publicidade, que muitas vezes é mãe da opinião, como esta quasi sempre o vem a ser dos factos, figurou-se-lhe que poderia, perante o Parlamento e o Throno, dar assim um derradeiro impulso á pretensão pendente.

¡Di faciant!

Não quer o autor perder este lanço de agradecer, perante os contemporaneos e vindoiros, ás pessoas que mais sollicitas se teem havido em patrocinar o requerimento:

ao sr. D. Pedro da Costa de Sousa de Macedo, então dignissimo Governador Civil de Ponta-Delgada;

aos srs. Redactores do Açoriano, e do Correio d’esta mesma cidade;

ao da Revista Universal Lisbonense, e aos de outras folhas de Portugal, nomeadamente ao do Diario do Governo, o sr. Vilhena Barbosa;

ao sr. Mexia, benemerito Secretario da Camara electiva;

aos honrados Membros da Commissão de Fazenda da mesma Camara;

a um grande numero de Senhores Deputados e Dignos Pares;