Gentis phantasmas de cidades,

vinde, escondei-me o ermo em vossas claridades,

como um esquife em aureo veo.

¡Vinde, cercae-me, endoidecei-me,
(embora em saudades me eu queime)!
O somno, as vigilias enchei-me
da vossa esplendida vizão.

¿Val o riso choroso as festas da loucura?

vinde, guiae-me á sepultura,

crente no amor, na gloria, e rindo á solidão.

¡Eu blasphemo, eu desvairo! Aos encontrados votos,
nem ecco respondeu n'estes covões ignotos.
Não, cumes glaciaes, tão outros, tão remotos
dos sitios que eu amava, e em que esperei morrer;

não, no silvestre seio vosso,

nem de amenas ficções apascentar-me posso,