Sem que desfructe os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
COIMBRA—Julho 1843.
O CANTO DO GUERREIRO.
I.
Aqui na floresta
Dos ventos batida,
Sem que desfructe os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
COIMBRA—Julho 1843.
I.
Aqui na floresta
Dos ventos batida,