Façanhas de bravos
Não gerão escravos,
Que estimem a vida
Sem guerra e lidar.
—Ouvi-me, Guerreiros,
—Ouvi meo cantar.
II.
Valente na guerra
Quem ha, como eu sou?
Quem vibra o tacápe
Façanhas de bravos
Não gerão escravos,
Que estimem a vida
Sem guerra e lidar.
—Ouvi-me, Guerreiros,
—Ouvi meo cantar.
II.
Valente na guerra
Quem ha, como eu sou?
Quem vibra o tacápe