Doces querelas ao correr das fontes;
E o sol, a ave, a flôr, a brisa, os ventos
E as fontes que murmurão docemente,
Na festa da tua alma hão de seguir-te,
Como um som pelos echos repetido.
Mas não peças á lyra abandonada
Um alegre cantar,—já murchas pendem
As grinaldas gentis, de que a toucárão
Donzeis louçãos, enamoradas virgens.
Hoje mal partem roucos sons dos nervos,