Que amargo pranto destendeu sem custo;
Quem ha que se não dóe de ouvir cantados
Uns versos de prazer entre soluços?
Não peças pois um hymno ao triste bardo!
Verde ramo d’uma arvore gigante
O raio no passar queimou-lhe o viço,
Deixando-o por escarneo entre verdores.
Uma febre, um ardor nunca apagado,
Um querer sem motivo, um tedio á vida
Sem motivo tambem,—caprichos loucos,