Doce riso de pura innocencia
Sempre adorne teu rosto infantil.
Sempre tenhas, anginho innocente,
Quem se apresse a teus passos guiar,
E uma voz que o teu somno acalente,
E um sorriso no teu acordar.
Enlevada nos sonhos jucundos,
Voz etherea te venha fallar,
E visão d’outros céos, d’outros mundos,
Venha amiga tua alma encantar.