Leda infancia gentil! e quem não te ama?

Quem tão de pedra o coração não sente

Aos teus encantos meigos mais tranquillo?

Quem não sente memorias d’outras eras

Travarem-lhe da mente, ao recordar-se

Aquelle gozo puro e suavissimo

De vida, que jámais não tem logrado?

Recordações de um mundo adormecido

Lá lhe estão dentro d’alma esvoaçando,