Folga e ri no começo da existencia,
Borboleta gentil! a flôr dos valles,
Da noite á viração abrindo o calix,
O puro orvalho da manhã te guarda;
Inda perfumes dá, que te embriagão,
Inda o sol quando aquece os vivos raios,
Nas azas multicores scintillando,
Com terno amor de pae, em torno esparge
Pó subtil de rubins e de safiras.