Folga e ri no começo da existencia,

Humano serafim, que esse perfume

São das azas do anjo, que s’impregnão

Dos aromas do céo, quando atear-se,

Roaz fogo de vida começando,

Quanto havemos de Deos consome e apaga.

IV.

Porêm tu, afagada e querida,

Com requebros donosos, gentis,

Vai contente caminho da vida,