Bello anginho, mimoso e feliz!

E do bardo a canção magoada,

Quando a possas um dia escutar,

Ha de ser como rota grinalda,

Que perfumes deixou de exhalar!

E esta mão talvez seja sem vida,

E este peito talvez sem calor,

E memoria apagada e sumida,

Talvez seja a do triste cantor!