Como no peito que bate
Sob as dobras do burel.
Não te quizera no throno,
Onde a mascara do rosto,
Cobrindo o interno desgosto,
Ser alegre tem por lei;
Manda Deos, sim, que o rei chore;
Mas que chore occultamente,
Porque, se o soubera a gente,
Ninguem quizera ser rei!