Os anjos, não; porque sabem

Que essa voz é verdadeira,

Que é dos homens a primeira,

Em quanto a outra é de Deos!

Se eu fora rei, não te dera

Quinhão na regia amargura;

Nem te qu’ria, virgem pura,

Sentada sob o docel,

Onde a dôr tão viva anceia,

Tão cruel, tão funda late,