No bojo, que a morte encerra,
Sobre a liquida extensão,
Levão náos os seus dictames
Da peleja entre os horrores;
Vis escravos, crús senhores,
Preito e menagem lhe dão.
E quando o vate suspira
Sobre esta terra maldicta,
Ninguem a voz lhe acredita,
Mas riem dos cantos seus: