No solio triste, sentada,
Não viras um rosto amigo,
Nem mais viveras comtigo,
Fôras escrava—por fim!
Vive tu teu viver simples,
Mimosa e gentil donzella,
D’entre todas a mais bella,
Flôr de candura e de amor!
C’rôa melhor eu t’offreço,
D’ouro não, mas de poesia,