As deslembradas cordas,

Que á mão experta e amiga

Do trovador, n’um canto alegre estalão.

«É doce ao solitario a voz de um anjo

Na sua solidão;

E ao velho pai a voz da casta filha,

Que falla ao coração.

«É doce, qual perfume matutino,

Que a flôr exhala,

Que pelo peito da mulher amante