Delicado sentir d’um brando peito,
Alma virgem que os homens não mancharão;
Quem soffre ou tem prazer, ou ama, ou espera
E vive e sente a vida, esse vos ama:
Encantos da existencia em quanto vivos,
Do revés, do triumpho companheiras,
No berço, no docel, no mudo esquife,
Sempre amigas eis vos encontramos.
Meigas flores gentis, quem vos não ama?
Modesto horticultor, dos teus desvelos