Passa a modesta flôr! Vai n’outro peito,

Mysterios não sabidos relatando,

Contar do infausto amor as provas duras,

Os martyrios da ausencia, as tristes lagrimas

Que chora—ao reiterar protestos novos!

Bem-fadadas do sol, do amor bemquistas,

O orvalho as cria, as lagrimas as murchão:

Meigas flores gentis, quem vos não ama?

Quem tem o coração a amor propenso,

Quem sente a interna voz que dentro falla,