Lastima-se a cadeia ao som dos passos,
E a humana flôr definha entre as mais flores;
Mil ouvidos a voz lhe escutão sempre,
E cingidos de ferro, crús soldados
D’entorno ao mésto harem velão sanhudos!
Ruge, fero soldão! treplíca os bronzes
Da masmorra cruel:—a planta humilde,
E a escrava que recatas tão cioso,
Zombão dos feros teus! Muda e singela,
Ao través das prisões, dos teus soldados,