SHAKESPEARE.

O que mais dóe na vida não é ver-se

Mal pago um beneficio,

Nem ouvir dura voz dos que nos devem

Agradecidos votos,

Nem ter as mãos mordidas pelo ingrato,

Que as devera beijar!

Não! o que mais dóe não é do mundo

A sangrenta calumnia,

Nem ver como s’infama a acção mais nobre,