Os motivos mais justos,

Nem como se deslustra o melhor feito,

A mais alta façanha!

Não! o que mais dóe não é sentir-se

As mãos dum ente amado

Nos espasmos da morte resfriadas,

E os olhos que se turvão,

E os membros que entorpecem pouco e pouco,

E o rosto que descora!

Não! não é o ouvir d’aquelles labios,