Doces, tristes, compassivas,

Sobre o funereo leito soluçadas

As palavras amigas,

Que tanto custa ouvir, que lembrão tanto,

Que não s’esquecem nunca!

Não! não são as queixas amargadas

No triumphar da morte;

Que, se se apaga a luz da vida escassa,

Mais viva a luz rutila;

Luz da fé que não morre, luz que espanca